5 atitudes para ajudar seu filho a superar os medos

Ser criança nem sempre é fácil, enfrentar o medo do escuro, de perder os pais, entre outros assombros, pode ser um desafio para os pequenos

Medos fazem parte da vida, tanto de adultos quanto de crianças.  Mas quando somos pequenos, o medo geralmente vem associado ao escuro, ao medo do monstro que está atrás da porta ou embaixo da cama, e até mesmo de perder os pais.  As crianças se sentem vulneráveis e desprotegidas em um mundo onde tudo é novidade para elas, e  o grande desafio para os pais é saber como lidar com os medos que assombram seus filhos, principalmente  na hora de dormir.

Os pais são as figuras que transmitem confiança para as crianças e cabe a eles ensinar como enfrentar essas sensações de insegurança de forma saudável. “Quando a criança apresenta medo é preciso ter calma. O medo faz parte da infância e deve ser validado e acolhido. Quando a criança encontra apoio para lidar com essa emoção tão importante, o medo deixa de ser paralisante e tende a diminuir” explica Telma Abrahão, educadora parental, especialista em inteligência emocional e em perfil comportamental, e autora do Best Seller “País que Evoluem”.

Segundo a educadora parental, quando os pais  forçam a criança a lidar com o medo sozinha, as coisas podem piorar porque essa emoção é real. É preciso acolher o medo de seu filho com empatia. Se essa validação não ocorre e a criança é empurrada a se virar ou a ser “corajosa” sozinha, a tendência é que o medo aumente cada vez mais, pois não haverá espaço para a razão para acalmar essa emoção. “Acalme seu filho para que ele possa começar a usar a razão para entender essa emoção do medo. Fale: “filho, estou aqui. Tudo bem sentir medo, eu também sentia quando era criança. Me fala mais sobre o que você sente”, orienta Telma.

Confira cinco atitudes para ajudar seu filho a superar os medos, listados por Telma Abrahão:

1.       Valorize cada atitude da criança para superar essa emoção;

2.       Mostre que você está ao lado dela não importa o que aconteça e que ela pode contar com o seu apoio;

3.       Mostre empatia. Conte uma história de medo e superação da sua infância;

4.       Valide essa emoção. Sentir medo na infância é natural.  Demonstre que está tudo bem se sentir assim;

5.       Pergunte: Como posso ajudar você?

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