5 Principais dúvidas sobre a Fertilização in vitro

O tratamento para fertilização in vitro ainda gera uma série de dúvidas nas famílias que desejam engravidar por meio deste procedimento. Por conta disso, muitas pessoas acabam tendo receio de iniciar o procedimento, gerando uma frustração dispensável quanto ao sonho de ter um filho. 

Pensando nisso, resolvemos preparar esse texto com a colaboração da Clínica de Fertilização Nilo Frantz para explicar ainda mais sobre o assunto e esclarecer as principais dúvidas quanto a fertilização in vitro

• A partir dos 40 anos da mulher não se pode mais fazer a FIV? 

Até os 43 anos, a fertilização in vitro é recomendada para mulheres que não conseguem engravidar naturalmente. A partir dos 45, as chances podem diminuir por conta das limitações decorrentes da idade, uma delas é a diminuição da fertilidade. 

• Como se preparar para a fertilização in vitro

Certos exames são pedidos para que a FIV ocorra da forma mais segura possível, alguns deles, como o exame de ultrassonografia, é indicado para que se possa estudar sobre o organismo da mulher e sua receptividade para receber um embrião. 

O exame de sangue também é solicitado para que se possa entender mais sobre a sua saúde e se pode haver qualquer tipo de complicação quanto ao procedimento. 

• A fertilização não deu certo de primeira, posso tentar de novo? 

Sim. É necessário esperar por um tempo, que seria de dois a três meses para que um novo procedimento possa ser iniciado. Esse tempo é ideal para que o corpo se recupere da carga de hormônios que recebeu durante o processo. 

• Quantos embriões são transferidos para o útero da mulher? 

Até no máximo dois, caso as receptoras tenham faixa etária até 35 anos. Com idade maior a 35 anos, podem ser transferidos até três embriões para aumentar as chances de gravidez, por conta da idade e queda da fertilidade da receptora. 

• FIV e inseminação artificial são os mesmos procedimentos? 

Não. A fertilização in vitro se refere a um processo onde espermatozóide e óvulos entram em contato em local adequado por meio de procedimentos laboratoriais, isto é, fora do útero materno e em um ambiente controlado. 

A inseminação por sua vez se refere a um procedimento onde os espermatozoides são injetados diretamente no útero materno. 

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