A experiência de dar à luz em outro país

Mães contam porque escolheram profissionais americanos para atenderem seus bebês nos primeiros momentos de vida.

Edward Angeles, de três anos, Christen Angeles, de um ano e oito meses e a pequena Marielle de apenas poucos dias, são irmãos e além do laço de famílias que os une compartilham outro fator, todos nasceram nos Estados Unidos.


A mãe do trio que esbanja saúde, a dona de casa de 34 anos Miriam Aguilar mora na cidade do México, mas quando se trata do bem-estar dos seus pequenos, não poupa esforços para se deslocar até Miami. “Eu gosto muito da forma com que o Dr. Ernesto Cardenaz conduz o meu atendimento tanto na hora do parto quanto depois, que também é um momento muito delicado e que necessita de atenção. Além disso, toda a equipe de suporte fica disponível para nos ajudar sempre que necessário”, destaca.


Assim como Miriam, inúmeras famílias das mais variadas partes do mundo não poupam esforços para oferecem aos seus filhos sempre o melhor, principalmente quando o assunto é saúde. E para auxiliar em todas as etapas deste processo, foi criado em 2015 o programa Ser Mamãe em Miami, idealizado pelo pediatra brasileiro Wladimir Lorentz.


Ao todo, mais de mil pacientes já foram atendidos pela equipe liderada e treinada pelo médico. “Esse movimento já ocorre há muitos anos, mas a minha proposta é de aproximar o contato dessas pessoas com os profissionais que farão os devidos atendimentos. Sem essa ponte, os pais só conheciam o pediatra ou obstetra no dia do parto, o que causa inúmeros desconfortos e inseguranças”, explica.


Naita Mello, de 34 anos, é da cidade de Cuiabá. Além de estar às voltas com a lista do extenso enxoval que será providenciado nos Estados Unidos, a empresária e consultora de Imagem e Estilo também está se preparando para ter a pequena Lia em Miami. “Conhecemos o programa pela internet e, em seguida, descobrimos que o Dr. Lorentz faria uma palestra na nossa região, o que foi ótimo porque conseguimos esclarecer todas as dúvidas. Durante a nossa lua de mel passamos pela Flórida e visitamos algumas clínicas e hospitais, e o que constatamos nesta viagem apenas reforçou os nossos planos”.


A futura mamãe explica que jamais pensaria em sair da zona de conforto neste momento tão único, mas a estrutura que ela conferiu de perto, somado ao desejo do marido, fez com que ela enxergasse a vantagem e a segurança de usar os serviços médicos de um país de primeiro mundo. “Iremos quando eu atingir a 33 semanas de gestação. Tenho a certeza absoluta que a nossa pequena Lia será atendida da melhor forma possível”, destaca.


A cirurgiã dentista paulista, Kelly Ricca Martins, 31 anos, teve o seu pequeno Luiz Miguel nos Estados Unidos. Próximo de completar dois anos, em breve ele vai contar com a companhia de um irmãozinho ou irmãzinha, que assim como ele, também nascerá em Miami. “Fui muito bem assistida, em todos os aspectos, e não imagino ter um segundo filho sem os cuidados de uma equipe tão comprometida e talentosa”.


Para algumas mães que planejam vir por conta própria, sem a ajuda de um time especializado, Kelly deixa um alerta. “Ir sem orientação é algo bem arriscado, porque a gestante já é naturalmente ansiosa e preocupada, e ter que lidar com questões burocráticas e hospitalares não seria o momento ideal, mesmo se a paciente dominar perfeitamente o inglês”, finaliza.

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