Conheça quatro iniciativas pedagógicas criativas: Parkour, simulação da ONU, vivência com artista e musicalização

Abordagem de escolas não prima apenas pelo bilinguismo por imersão, mas também por fazer o aluno se envolver e ser o protagonista de sua aprendizagem

Estimular os jovens a buscar conhecimento e ter uma verdadeira paixão pelo aprendizado. Esta é uma das linhas centrais da Maple Bear, rede de escolas bilíngues com metodologia canadense. Para isso, a rede aplica várias abordagens criativas como a interação com artistas plásticos profissionais, aulas práticas de musicalização e de Parkour (acrobacia urbana) e até uma simulação de uma Assembleia da ONU.

“Na abordagem canadense, trabalhamos com atividades que levem o aluno a buscar o conhecimento por iniciativa própria e aplicá-lo. Isso gera um envolvimento muito maior, assim como a assimilação do conteúdo. Ajuda também na tomada de decisões, trabalho em equipe e na identificação de interesses e aptidões. A partir deste eixo central, escolas Maple Bear pelo País desenvolvem iniciativas e projetos criativos de acordo com a cultura local e necessidade próprias”, afirma Cintia Sant’Anna, diretora acadêmica da Maple Bear.

Confira a seguir quatro projetos criativos:

Parkour e jogos de raciocínio no retorno às aulas presenciais (Maple Bear Santana, São Paulo Capital) – Com o retorno das férias e o aumento da presença de alunos nas aulas presenciais, a escola identificou a necessidade de trabalhar atividades mais relacionadas ao socioemocional e físico. Em 2021, a escola iniciou um trabalho de desenvolvimento de habilidades socioemocionais por meio de jogos de raciocínio para os alunos do ensino fundamental I e II. A plataforma utilizada conta com metodologias e aplicações que ampliam os potenciais de aprendizagem de crianças e adolescentes. Além disso, foi detectada a necessidade de melhorar as habilidades corporais das crianças, que se movimentaram menos pelos longos períodos em casa. Para utilizar diversos espaços disponíveis na escola, sempre de forma segura e sem aglomeração, e escola começou a promover aulas de Parkour. A atividade possibilita que a criança movimente todo o corpo e de maneira divertida. Para os alunos do ensino fundamental I e II, a aula com um especialista, teve início em agosto com o retorno do contraturno. Para os pequenos da educação infantil, está à disposição, além do Parkour, outras modalidades como Iniciação Esportiva, Ballet, Judô e Circo.

Musicalização desde cedo (Maple Bear Natal) – A musicalização, que é o processo de construção do conhecimento musical, traz diversos benefícios para as crianças. Pensando nisso, a escola oferece esse ensinamento aos alunos desde os primeiros anos de idade. Os resultados são percebidos logo no desenvolvimento da fala, noção das propriedades do som (grave e agudo, forte e fraco, longo e curto), até questões de fôlego, projeção vocal e afinação. No Early Toddler e Toddler o foco maior é desenvolver a fala por meio de canções infantis e do cotidiano escolar, além de apresentar instrumentos e trabalhar o ritmo. Já a partir do Nursery é trabalhado o desenvolvimento rítmico, a audição – através da ecologia acústica (paisagem sonora) -, a apreciação musical e a técnica vocal, conhecendo também alguns instrumentos e a ideia de corpo como instrumento, por meio da percussão corporal.

Vivência com artista plástico Luciano Martins (Maple Bear Florianópolis – Ilha) – Em agosto, os alunos da escola vivenciaram diferentes momentos ao lado de Luciano Martins, artista plástico com mais de 200 prêmios e 90 exposições nacionais e internacionais no currículo. Ele é conhecido por utilizar cores vibrantes e traços lúdicos e por ter trabalhos licenciados para grandes marcas. Além da visita na galeria e exposição de obras na escola, os estudantes também puderam criar suas artes para que fossem compartilhadas com ele. Um dos momentos mais aguardados ocorreu em 23/08, dia em que o artista fez um live painting nas dependências da escola.

Simulação da ONU (Maple Bear Alphaville) – Debate e reflexão sobre grandes questões contemporâneas através de uma experiência além da sala de aula são os objetivos de novos formatos de aprendizagem das escolas. Um exemplo são as simulações estudantis da Organização das Nações Unidas (ONU) idealizadas por alunos do Ensino Médio da escola. Intitulada Assembleia FG, o evento acontece em agosto, durou três dias, em formato presencial e online, e contou com a participação de outras instituições. Os estudantes foram divididos em comitês, sendo que cada um teve um tema central, como Direitos Humanos, Assembleia Geral Histórica (o mundo pós-Segunda Guerra Mundial) e World Health Organization (a pandemia do novo coronavírus). Os alunos representaram delegações de países, ONGs e órgãos da imprensa, e as discussões foram realizadas em português e inglês. De acordo com Cristiano José da Silva, professor coordenador do Projeto Relações Internacionais, o evento foi uma oportunidade de reflexão desses estudantes que logo irão completar a educação básica e se tornarão adultos. “Na Assembleia FG trazemos o futuro, do qual nossos jovens serão os autores, para o presente, sem ocultar seus desafios, mas fazendo-os ver que podemos ser a mudança que queremos para o mundo”. Além da reflexão sobre temas relevantes, o evento visava aprimorar habilidades importantes na vida acadêmica e pessoal dos estudantes, como, a oratória, articulação de ideias, tolerância e inteligência emocional.

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