Cuidar da libido é cuidar da saúde

Especialista explica sobre tratamento e outras dicas para cuidar da libido feminina

Antes de mais nada, você sabe o que é Libido? Libido é o nome que se dá ao desejo sexual, que faz parte do instinto do ser humano, mas que pode ser influenciado por questões físicas ou emocionais, e, por isso, pode estar aumentado ou diminuído em algumas pessoas, em determinadas fases da vida.

A libido feminina deixou de ser um tabu e, consequentemente, mais mulheres buscam a medicina para cuidar da saúde sexual. A endocrinologista Dra. Lorena Lima Amato explica abaixo sobre sintomas, tratamento e outras dicas para regatar a libido:

Quais os fatores que podem afetar a libido feminina?

As causas podem ser inúmeras, mas as principais estão relacionadas aos fatores socioeconômicos, psicológicos, físicos e hormonais, entre eles, os hormônios tireoidianos, ovarianos e adrenais.

Quais são os sinais da falta de libido?

Os sintomas da falta de libido vão depender de qual o hormônio está alterado. Se for o estrogênio, que é o hormônio feminino, além da libido, a mulher pode ter os famosos fogachos, secura vaginal, perda de massa óssea. Se for o hormônio tireoidiano, pode ter sonolência, queda de cabelo, cansaço e discreto ganho de peso.

Existe tratamento para a falta de libido?

O tratamento sempre será baseado na reposição do hormônio que está em falta. A terapia de reposição hormonal para o estrogênio, principalmente na pós-menopausa, resgata a libido e apresenta ótimo resultados.

Além do tratamento hormonal, quais outras recomendações para a mulher que está passando por essa fase?

A mulher precisa ter uma boa relação com ela mesma e com o seu corpo, bom estado mental, físico e cuidar bem da saúde como um todo para poder garantir uma libido satisfatória. Por isso, é muito importante se abrir com seu médico e buscar tratamento. A vida está aí e precisamos aproveitar cada segundo.

Dra. Lorena Lima Amato – Especialista endocrinologista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com título da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM) e endocrinopediatra pela Sociedade Brasileira de Pediatria. É doutora pela USP e professora na Universidade Nove de Julho.

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