Dúvidas sobre repelentes infantis

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Eu recebi uma mensagem da mamãe Kika me perguntando sobre qual repelente usar em sua filha, e resolvi falar desse assunto aqui, mesmo porquê, o Pedrinho é alérgico a insetos.

Bom, a escolinha do Pedro sempre pede para as mamães enviarem repelente para elas passarem em nossos bebês, porque a escola tem uma árvore que acaba sendo foco de pernilongo, principalmente no calor.

O primeiro repelente que eu comprei foi o antimosquito da Johnsons. A pele do Pedrinho ficou toda oleosa, porque é em líquido e o cheiro não é nada agradável, mas era o indicado para a idade dele. Depois, passei a usar o da Turma da Mônica, que é cremoso e tem cheirinho de bebê. (bem melhor)

Mas, mesmo utilizando os repelentes, certo dia o meu filhinho chegou da escola com uma picada, que de primeira vista já achei um pouco maior do que o normal. No outro dia, ela ficou vermelha e inchada.. Coça aqui, coça ali e acabou ficando um machucado horrível. Eu o levei ao pronto-socorro e descobri que ele era alérgico, por isso, agora, sempre que aparece uma picada e fica vermelha, eu passo uma pomada ótima e receitada pela médica de plantão do Samaritano. Anote aí: Berlison.

Informações importantes

• Especialistas alertam: não é todo produto que pode ser usado em crianças. Além disso, o uso em excesso pode irritar a pele dos pequenos e até causar problemas mais graves;

• Primeiro é preciso saber que tipo de substância está sendo aplicada. A mais comum é a D.E.E.T (dietiltoloamida), presente na maioria dos repelentes que estão no mercado. Essa substância é tóxica e, por isso, deve ser usada com cautela. Em crianças, por exemplo, a concentração não deve ultrapassar 10%;

• Repelente infantil não dura mais do que duas horas na pele, mas engana-se quem pensa que a solução é reaplicar o produto toda hora. Ao contrário: o ideal é limitar em até três vezes por dia. E só utilizar sob orientação médica;

• A Agência Nacional de Vigilância Sanitária criou novas regras para a fabricação das versões infantis dos repelentes. A principal mudança é a proibição de figuras com apelo infantil nas embalagens. Os fabricantes poderão usar apenas dizeres e cores que diferenciem o produto do indicado para adultos

Saiba como proceder em cada idade:

0 a 6 meses
Não deve ser usado repelente. Isole a pele com óleo infantil, que ajuda a evitar que o mosquito identifique o cheiro do suor do bebê. O ideal é deixar a pele oleosa. Use telas de proteção na janela e mantenha ambientes fechados.

6 meses a 2 anos
O ideal é continuar evitando o repelente. Se houver necessidade, prefira usar o produto na roupa da criança antes de vestí-la. Nesse caso, opte por repelentes à base de termetrina, menos tóxico do que o D.E.E.T.

2 a 7 anos
Use repelentes com moderação. A concentração deve ser menor do que 10% e o produto só deve ser utilizado em áreas expostas do corpo. O ideal é usar ao entardecer, quando há maior circulação de mosquitos. Aconselha-se no máximo duas vezes por dia.

7 a 12 anos
Ainda deve ser usado o tipo infantil, mas o uso já é mais liberado. Use até três vezes por dia somente nas áreas expostas do corpo.

A partir dos 12 anos
Pode ser usado o repelente comum, para adultos. O uso também deve ser de três vezes ao dia no máximo.

Outras dicas
Não passe repelente na palma da mão da criança, que pode levar o produto à boca. Não use por baixo da roupa. Uso em excesso pode causar alergia, vômito, tontura e dor de cabeça. Concentração de 10%: efeito dura até duas horas; 20%, quatro horas.

Fonte: saude.terra.com.br

E se quiser mais informações, neste site tem bastante: repelenteecoisaseria.com.br

Bjin e vamos ficar de olho!

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