Grau dos óculos pode mudar até duas vezes por ano durante a infância

Dificilmente diagnosticados sem a ajuda de um médico oftalmologista, os erros de refração estão constantemente ligados ao mau desempenho escolar e dores de cabeça em crianças e adolescentes


Durante a infância e a adolescência, é comum as crianças apresentarem problemas de visão como miopia, hipermetropia e astigmatismo, os chamados erros refrativos, que impedem a formação do foco das imagens. Esses problemas podem surgir no início da infância, mas são mais comuns a partir dos 4 anos, estando presentes em cerca de 20% das crianças com idade entre 5 e 9 anos. 

Para obter resultados positivos no tratamento dos erros refrativos, é muito importante receber um diagnóstico correto o mais cedo possível, permitindo tanto o desenvolvimento normal da visão quanto das habilidades que dependem dela, como rendimento escolar, habilidades psicomotoras e sociabilidade, além de prevenir consequências como dor de cabeça, náuseas e mudanças comportamentais. 

Especialistas recomendam que a primeira consulta com um oftalmologista aconteça até os 6 meses de idade, e ocorra semestralmente até a criança completar dois anos. Depois disso, caso não haja nenhum problema, as idas ao médico podem ser anuais. Mesmo quando diagnosticados a tempo, o grau dos erros de refração pode sofrer alterações ao longo da infância, conforme o crescimento e a mudança natural da curvatura dos olhos. 

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