Meu filho bateu a cabeça, e agora?

Pediatra alerta sobre os cuidados emergenciais após a queda das crianças

Basta conviver com crianças para saber que o cuidado deve ser redobrado.  As quedas são super comuns, ainda mais quando os pequenos estão sempre dispostos a explorar o ambiente e não tem noção dos perigos que podem acontecer. Brincar, correr e pular as vezes pode resultar em um tombo, o que não torna a possibilidade de bater a cabeça como rara. Claro que esse tipo de acidente pode gerar certa preocupação por parte dos pais, nos primeiros momentos não é possível saber se foi uma batida leve, se formará apenas um “galo” ou se precisará de maior atenção, mas a Dra. Patrícia Terrível, pediatra humanizada, afirma que não é preciso de desesperar.

“A primeira coisa para se fazer após o temido tombo, é manter a calma, por mais difícil que possa ser o seu filho precisa que controle a situação”, comenta.

Em recém-nascidos e bebês com menos de 6 meses, caso a queda aconteça de uma altura elevada, como sofá, cama ou colo de alguém, é importante levar ao pronto-socorro, pois as moleiras ainda são muito sensíveis e é necessário que seja examinado. Já nos bebês maiores, o primeiro passo é acalmar a criança em caso de choro, pegar no colo e oferecer carinho. Não existe mais aquela ideia de não deixar a criança dormir porque pode gerar consequências maiores, caso esteja próximo do horário rotineiro de sono, pode deixar dormir e observar os sintomas.

A pediatra ressalta que, só é extremamente necessário levar a criança ao pronto-socorro caso apresente vômitos, convulsões, perda de consciência e comportamento alterado, caso contrário observar por 24 horas e aplicar compressa fria ou gelo .

“A primeira queda do filho pode mesmo ser desesperador, mas é super comum, o importante é que os pais saibam como agir na hora, pois isso acontecerá muitas e muitas vezes”, finaliza.

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