MEU FILHO NÃO QUER FICAR NA CADEIRINHA

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Muitas mamães passam por isso e comigo não foi diferente.  O Pedrinho tentava tirar o sinto, chorava, enfim, me deixava aflita e quase bati o carro uma vez por conta disso. Então, o melhor a fazer é se informar com especialistas sobre a melhor forma de acalmar os bebês !

A psicóloga infantil Maria Eduarda Vasselai explica que normalmente os problemas relacionados à cadeirinha começam por volta dos dois anos de idade, quando a criança passa a ter vontades próprias, mas ainda não compreende que o uso da cadeirinha é importante.

“O ideal é habituar a criança à cadeirinha desde bem cedo. Assim, ela aprenderá que aquele é o lugar dela e não reclamará. O processo de familiarização com a cadeirinha pode começar dentro de casa. Os pais podem fazer a interação com a cadeirinha, a partir de brincadeiras, relacionando o equipamento a momentos divertidos”, aconselha.

Uso deve ser constante
A coordenadora da Tutti Baby também ressalta que mesmo que o trajeto seja curto, os pais devem assumir a autoridade na hora de manter a regra para o uso em qualquer situação. “Não importa a ocasião, é preciso mostrar para a criança que o carro só vai andar se ela estiver acomodada e que essa atitude é para a segurança dela”, esclarece.

Manter a calma e usar a criatividade é fundamental
Segundo Maria Eduarda, as viagens longas exigem paciência dos pais. “Qualquer criança vai ficar incomodada se for mantida dentro de um carro por horas a fio. Nesses casos, faça paradas frequentes, para que ela saia do carro e se distraia um pouco. Durante o trajeto, entretenimento pode ser garantido com músicas e brinquedos que não tragam riscos em caso de freadas bruscas. Coloque um DVD de que a criança goste e até mesmo cante junto com ela”, orienta.

Em caso de choro, ofereça algo para beber ou um brinquedo, mas sempre mantendo a criança na cadeirinha. “Se ela é acostumada a ir no dispositivo dificilmente vai reclamar. Se isso acontecer pode ser devido a outros problemas que não a cadeirinha, como fome, sono, irritação ou doença. Dirigir ouvindo o bebê chorar é um desafio, mas por mais difícil que isso lhe pareça, a sua segurança e a do bebê são o mais importante”, conclui a psicóloga infantil.

Essa fase do Pedrinho passou rápido e logo ele entendeu que deveria esperar até chegar no destino. Mas, sempre levei brinquedinhos , água, etc para qualquer impaciência e irritação dele rsrs.

Só que até hoje quando a distância é muito longa (ex estrada), tenho que pensar em alternativas para entreter. Na última viagem coloquei um CD com historias e ele ficou prestando atenção durante um bom tempo, rsrs.

E com vocês, o que funciona?

Bjins

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