Os primeiros dias do bebê em casa

image

Quando eu cheguei em casa com o meu bebezinho senti um frio na barriga, afinal, eu não estava mais na maternidade e não podia contar com a ajuda das enfermeiras rsrs

A minha mãezinha estava comigo pra me ajudar e isso me dava mais segurança. Mas, imaginar que aquele serzinho dependia de mim, dava um certo medo!! Nos primeiros dias me senti meio perdida e confusa, até me acostumar com a nova rotina e me adaptar ao meu filhinho, e ele a mim. Porque o bebê estranha muito mais do que nós!

Eu deixei tudo organizado para o pós-parto ser mais tranquilo, mas ninguém nasce sabendo ser mãe, não é mesmo? mas há uma lista de providências (bem grande) que pode e deve ser tomada para que você, de alguma forma, vá sentindo a ficha cair lentamente – e facilite a sua vida nessa hora.

Aí vão umas dicas que peguei na Revista Crescer para que essa adaptação possa ser repleta de aconchego, atenção e carinho. Seu filho merece!

Como organizar as visitas
Não, você não entendeu errado, não. É uma delícia que todos queiram conhecer seu bebê, mas o entra e sai no quarto da maternidade e até mesmo na sua casa pode cansá-la. Afinal, você acabou de ter um filho, está se acostumando com todas as novidades e lidando com a amamentação. Em casa, se não estiver disposta a receber ninguém nos primeiros dias, peça aos parentes e amigos que aguardem um bocadinho. Uma alternativa é fazer com que todos venham em um só dia. Assim, você se preocupa com a organização de uma única vez.

Quem vai cuidar da faxina
Chegando da maternidade, aliás, uma coisa é certa: a casa precisará estar limpa – o sistema imunológico do bebê não está completamente desenvolvido e ele é mais suscetível a infecções, por exemplo – e organizada (para o seu próprio bem). Saber quem vai ficar responsável por isso antes dele nascer é crucial, e são várias as opções.

E você ainda tem que lembrar…

Do plano de saúde do bebê: se você ou seu companheiro tiverem um que cubra obstetrícia, podem incluir a criança até 30 dias depois do nascimento, sem carência – nesse período, ela tem cobertura pelo plano de saúde dos pais. Se possuir um sem obstetrícia, verifique se pode incluí-la, e aí não há qualquer tipo de carência também. Se não tiver plano, pode fazer um específico para o seu filho, mas aí existem carências, que variam de acordo com cada operadora de saúde.

Das finanças: o ideal é que os gastos com os móveis, decoração do quarto e demais compras (como carrinho e cadeirinha) não ultrapassem 5% da renda anual do casal. Já os custos com plano de saúde, pediatra, fraldas e roupinhas devem ocupar 10% do orçamento mensal.

Do carro da família: se estão pensando em trocar, opte por um modelo com quatro portas, mais prático para colocar e tirar o bebê do carro. Entre as facilidades que você ainda pode encontrar, estão: mais espaço no porta-malas, portas-treco, mesinhas (tipo as de avião para colocar copos e pratos) e espelho embutido (para olhar a criança).

Do animal de estimação: como? Pois é… Você vai ter de pensar nisso também. Em casos extremos, pode até ocorrer a fuga do animal ou uma crise de tristeza no bicho. Assim que souber da gravidez, ponha a cama do cão, por exemplo, para fora do quarto e acostume-o no novo local. Na volta da maternidade, o ideal é fazer uma festa para o pet, e, sem sair de perto, deixar que ele cheire o bebê para que se habitue com a “novidade”.

Bom, espero ter ajudado!
Bjins eu um ótimo dia

Deixe um comentário