Pronto socorro NÃO é consultório!

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Eu fujo de Pronto socorro. Um monte de criança, horas de espera, médico desconhecido, enfim, prefiro sempre ligar para o Pediatra do Pedrinho. Mas ás vezes não conseguimos fugir e me pergunto: quando temos que socorrer ao Pronto socorro?
O Pediatra diz que para achar o foco, é necessário amadurecer a doença, isso leva normalmente uns três dias, aí sim, será diagnosticada com precisão. Ou seja, se a criança tem febre e volta a brincar depois de tomar um antitérmico receitado pelo pediatra dela, não há motivo para grandes preocupações. É preciso observar e esperar, não tem jeito.

Seguem umas dicas que peguei no site pediatraemfoco.com.br

  • Febre: atenção à prostração

A febre em si não significa muita coisa. O importante é observar o estado geral da criança. Há casos em que uma criança com 37,5 °C pode apresentar um quadro mais grave do que outra com 40 °C. A prostração diz mais do que o termômetro nessa hora. Uma criança sem ânimo, pálida e ofegante, mesmo com febre baixa, deve ser motivo de preocupação, principalmente se não reage ao antitérmico. Essa é uma situação em que é recomendável levá-la ao pronto-socorro.

  • Tosse: investigue respiração curta e rápida

A tosse é um sintoma de que há algo errado e o corpo da criança está reagindo. Mas, isoladamente, não é motivo para correr ao pronto-socorro. Mais importante do que a tosse é a frequência respiratória. Se ela estiver curta e rápida, aí sim merece ser examinada em um hospital. Sobretudo se seu filho apresentar cansaço e chiado no peito, indícios de uma crise de asma. Nesse caso, o pronto-socorro oferece boas condições de tratamento. Agora, no caso de crianças que estão tossindo há dois, três, quatro dias, a orientação é procurar o pediatra dela.

  • Vômito: cuidado especial para não desidratar

As golfadas podem ter causas diversas: de intoxicação alimentar a meningite. As mais comuns, porém, são as decorrentes de viroses. Aí não há muito que fazer, senão manter a criança hidratada, oferecendo líquido aos poucos e em pequenas doses.

  • Diarréia: sangue é sinal de alerta

A diarréia tem menor poder de desidratação do que o vômito. Mas pode causar problemas se for líquida e obrigar a criança a evacuar várias vezes ao dia, principalmente se tiver menos de seis meses de vida. Enquanto a criança tiver chorando com lágrimas e salivando, tudo bem dá para acompanhar a evolução da doença sem a necessidade de correr para o PS. Em geral, o quadro é de virose mesmo.

  • Bateu a cabeça? Considere a altura e a velocidade da queda

Criança pequena cai e bate a cabeça a toda hora. É inevitável, por isso não há a necessidade de levá-la ao hospital toda vez que isso acontecer. Mas é preciso ficar atento à altura do tombo e à velocidade em que a criança estava no momento do acidente. Quedas de patamares acima de 1 metro, principalmente se forem amortecidas pela cabeça, exigem maior cuidado. Tombos de bicicleta também pedem mais atenção. Se a criança apresenta vômitos em jato, tontura, sonolência e não fala coisa com coisa, leve imediatamente ao hospital. Se ela desmaiou ou teve convulsão, também não tem o que pensar: direto para o PS.

  • Dor de barriga: avalie a intensidade do sofrimento

Antigamente, dor de barriga era verme. Hoje, normalmente, deve-se à falta de fibra na alimentação por causa de bolachas e macarrões instantâneos. Ou então, alergia à lactose. A intensidade da dor é o principal termômetro para avaliar a gravidade do problema. A situação normalmente é mais séria quando vem acompanhada de febre, vômito, prostração, abdômen distendido e outras manifestações. Nesses casos, é preciso levar a criança ao pronto-socorro.

  • Dor nas pernas: preocupam quando ocorrem logo cedo

A criança que corre, pula e joga bola o dia inteiro pode ficar com o corpo dolorido depois do banho. É natural, pois os músculos foram muito exigidos. As dores nas pernas devem ser um motivo de preocupação quando acontecem logo pela manhã e chegam a limitar o movimento. E não porque a criança dormiu de mau jeito. Existe a possibilidade de ela apresentar problemas articulares.

Em São Paulo existem várias opções de Pronto Socorro, os que eu prefiro são: Samaritano e Sabará. Com relação à demora os dois podem demorar bastante, mas a minha experiência foi melhor no Samaritano, tanto de espera quanto de atendimento. Acho-o mais específico e preciso do que o Sabará, apesar do Sabará ser atrativo quanto à decoração infantil.
O bom é nunca precisar, né mamães?!  Bjins e até amanhã

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