Psicóloga ensina como diminuir a ansiedade na pandemia sem remédios

Tem pais ansiosos por aí? Pois saiba que a ansiedade vem afligindo cada vez mais os brasileiros nesta pandemia

Conforme levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros têm sofrido com algum transtorno de ansiedade, o maior número em todo o mundo. Perda de apetite, comer ou beber em excesso, dificuldade para dormir, coceira, irritação, cansaço podem ser alguns sintomas deste transtorno.

Grande parte das pessoas chegam também a desenvolver outras doenças como depressão, síndrome do pânico, síndrome de burnout, insônia, estresse, sem perceber que a ansiedade é a base destas doenças. Apenas quando os sintomas ficam extremamente difíceis de lidar é que costumam procurar algum tratamento. Normalmente são orientadas a utilizar remédios controlados que tratam os efeitos e não a causa. 

Outro problema com relação aos medicamentos consiste que, ao tentar minimizar os efeitos da dependência, impede as pessoas de alcançarem o ponto de “não retorno”, ou seja, um momento onde a mudança é tão profunda, o equilíbrio emocional é tão evidente, que a pessoa não consegue mais voltar ao antigo padrão e melhora da ansiedade. Infelizmente, para a maioria, o resultado é apenas um bem-estar momentâneo, que leva a maioria a abandonar o processo de crescimento antes das mudanças se tornarem hábitos e, com isso, os sintomas retornam. 

Isabel Rios Piñeiro, psicóloga há mais de 30 anos, mestre em gestão do conhecimento e CEO da Paradigma Soluções em RH, orienta que para que ocorra uma mudança completa é preciso que as pessoas aprendam a lidar com as demandas de cada dia. Não pensar no que passou ou o que está por vir. “Viver no presente e manter o foco diminui a ansiedade”, explica. A pessoa também precisa aprender a estimular a respiração correta, principalmente utilizando a respiração profunda que leva à coerência cardíaca, ou induções para trabalhar os traumas do passado, além de exercícios que estimulem a liberação de boas químicas pelo cérebro como dopamina, ocitocina, serotonina, endorfina, de forma a equilibrar as causas e tratar as doenças. 

Segundo, uma das habilidades a serem desenvolvidas objetivando melhorar o transtorno da ansiedade é desenvolver a saúde emocional. “Por meio do equilíbrio emocional (capacidade de manter o controle em meio aos desafios e dificuldades que podem acontecer em todas as áreas da vida), a pessoa passa a ter clareza e calma necessárias para tomar as melhores decisões, mesmo em situações difíceis”, complementa. O mais importante nestes casos é encontrar a causa do problema, seja ela de cunho pessoal ou profissional. Neste momento é importante a ajuda de um profissional da área da saúde. 

No desejo de ajudar centenas de pessoas que hoje querem despertar e encontrar um caminho, uma maneira testada para alcançar a saúde emocional, e assim terem mais tranquilidade no dia a dia, melhores noites de sono, menos ansiedade, estresse e depressão, Isabel começou a gravar vídeos onde ensina exercícios práticos para que a pessoa possa diminuir o estresse e sair de uma crise de ansiedade. Confira no vídeo sobre como Isabel fala dos sintomas e exercícios que você pode fazer para diminuir a ansiedade . 

Isabel também desenvolveu um método testado por pacientes e alunos, o Saúde Emocional 24h, que ajuda as pessoas no processo de autoconhecimento e no alcance do equilíbrio e da saúde emocional, utilizando exercícios comprovados pela neurociência que podem ser feitos no dia a dia, para induzir o cérebro a criar novos caminhos neurais, de forma a regenerá-lo e estimulá-lo a disparar boas químicas cerebrais sempre que necessário, sem que a pessoa precise utilizar remédios que gerem dependência. 

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