“Que História Contar?” é opção de entretenimento educativo e virtual no mês das crianças

Série de contações de histórias estrelada por um elenco diverso tratará de assuntos que envolvem gênero, questões étnico-raciais, inclusão e acessibilidade. Textos são adaptações de grandes obras da literatura clássica infantil. Proposta nasce da necessidade de diversificar o universo das histórias e da literatura infanto-juvenil.


Mês das crianças chegando e os desafios para entreter e educar em casa em tempos de pandemia continua para os pais e/ou responsáveis por pequenos em fase escolar. A tarefa é árdua para aqueles que se desdobram entre as responsabilidades educacionais, domésticas e profissionais neste atual cotidiano. O projeto “Que História Contar?”, que surge como um “respiro” e uma opção de lazer educativo para a programação infantil, estreia a partir do dia 12 de outubro, em formato digital. Uma série de contações de histórias estreladas por um elenco diverso (incluindo atores, atrizes, músicos e palhaços do cenário teatral) tem a proposta de promover conteúdo cultural, criativo e divertido para crianças a partir de 3 anos de idade.


Serão vinte histórias disponibilizadas diariamente, entre os dias 12 a 31 de outubro, e que permanecerão disponíveis até o mês de dezembro na plataforma Sympla. De acordo com Bruno Mariozz, diretor geral da Palavra Z Produções Culturais, o objetivo da proposta é promover ações lúdicas e culturais, visando proporcionar acesso e o despertar do gosto pela leitura, além de ser um suporte para os pais e educadores que demandam de mais opções neste momento. Além disso, é uma oportunidade de fomentar a economia criativa que envolve o segmento teatral, duramente atingido com a pandemia. “Reunimos diversos profissionais para que possamos fortalecer a criação artística e proporcionar momentos de encantamento nestes tempos tão delicado que estamos passando”.


O projeto é coordenado pela pedagoga e contadora de histórias Fernanda Faria e estrelado por grandes atores e atrizes, como Milton Filho, Vilma Melo, Patrícia Costa (participou da novela Bom Sucesso), Alexandre Moreno (novela A Dona do Pedaço), Clara Santhana (musical sobre Clara Nunes), Dayse Pozzato (novela Deus Salve o Rei), Vilma Melo (que atualmente faz a série Segunda Chamada), dentre outros.


Diversificar e democratizar o universo das contações de história
As temáticas escolhidas envolvem assuntos que abordam diversidade de gênero, questões étnico-raciais, acessibilidade e inclusão. As histórias, que terão duração de 20 a 60 minutos, serão baseadas em textos de grandes obras adaptadas, como Rapunzel; A Pequena Vendedora de Fósforos, de Hans Christian Andersen; Festa no Céu; O menino Nito: Então, homem chora ou não?; O Pequeno Príncipe das Ruas, de Allex Miranda; Aláfia, a Princesa Guerreira; Ventaneira: a cidade das flautas, escrito pela deficiente visual Moira Braga; dentre outros. O elenco de contadores tem como característica também a diversidade e a busca por trazer representatividade em suas apresentações, sendo formado por mais de 50% de pessoas negras, na maioria mulheres, uma atriz e escritora com deficiência visual e um contador de histórias cadeirante.

Fernanda Faria, coordenadora do projeto, explica que a proposta nasceu da necessidade e urgência de democratizar, descolonizar e diversificar o universo das contações de histórias e da literatura infanto-juvenil. “Nós somos frutos das histórias que lemos, aprendemos, ouvimos e vemos. Eu, enquanto criança negra de baixa renda e aluna, não me recordo de nenhuma história em que o corpo negro fosse protagonista. Não só eu! Muitas pessoas não se sentiram inclusas e pertencentes ao universo literário. Acredito que se tivéssemos tido acesso às histórias de gênero, questões raciais e inclusão, nós não seríamos o país que mais mata com o racismo, machismo, homofobia e sem inclusão nenhuma para as pessoas com deficiência. Existe um provérbio africano que diz que é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança, e é exatamente isso! Somos responsáveis politicamente e socialmente pelo desenvolvimento das nossas crianças. É hora de reparar essas falhas e erros e reconstruir um novo cenário. E nós acreditamos que as histórias e suas contações têm esse poder social, político e universal. Vai além de representatividade das pessoas. É representação. E usaremos esse espaço para compartilhar histórias de valores e com grandes ensinamentos.”


Os ingressos já podem ser adquiridos pelo link: https://www.sympla.com.br/palavraz e custam R$15 reais (inteira) e R$ 7,50 (meia entrada). O passaporte promocional custa R$100 para quem adquirir as vinte contações de história. Também serão ofertados valores promocionais para escolas e grupos a partir de 20 ingressos. Escolas que desejarem solicitar uma contação de histórias personalizada de uma obra diferente das ofertadas, poderá adaptar e produzir um pacote de apresentações exclusivas por meio de contato e negociação com a produção executiva do projeto. Após a estreia de cada exibição, será realizada uma live com a participação do artista, e as crianças serão convidadas para interagir por meio de bate-papos, brincadeiras e mini-oficinas.
Sobre a Palavra Z Produções Culturais

IMPORTANTE:

Meus leitores ganham um cupom de 50% nos ingressos (saindo R$ 7,50) e também, tenho cortesia de 10 ingressos gratuitos, basta seguir o Instagram @acasadopedrinho e me enviar um direct lá.

Serviço
Lançamento da série virtual de contações de histórias infanto-juvenis “Que história contar?” no mês das crianças
Estrelada por um elenco diverso, a série tratará de assuntos que envolvem gênero, questões étnico-raciais, inclusão e acessibilidade. Textos são adaptações de grandes obras da literatura clássica infantil.


Data: 12 a 31 de outubro (ficará disponível na plataforma Sympla até dezembro de 2020)
Horário: 10h
Ingressos: http://bit.ly/quehistoriacontar
R$15 reais (inteira) e R$ 7,50 (meia entrada). O passaporte promocional custa R$100 para quem adquirir as vinte contações de história.
Redes sociais: @palavra_z


Ficha Técnica:
Coordenação Pedagógica: Fernanda Faria
Produção Executiva: Bruno Mariozz – Palavra Z Produções Culturais
Co-Produção: Agência Birdhouse, Produz + e Diverso
Parceria:


Histórias e Elenco:
1) Minhas Contas – intérprete Fernanda Faria
2) O Ganço Cola Tudo – intérprete Viviane Netto (Cia Histórias Pra Boi Dormir)
3) Melhor faz tranças do mundo – intérprete Jorge Oliveira
4) O menino Nito: Então, homem chora ou não? – intérprete Wladimir Pinheiro
5) O Marido da Mãe-D’àgua – intérprete Alexa Velásquez (O Que o Sabiá Conta)
6) O Velho, o Garoto e o Burro / João Bobo / A Pequena Vendedora de Fósforos – intérprete Dayse Pozzato
7) Pé de Vento – intérprete Clara Santhana e Leandro Castilho
8) Oxum e Seu Mistério – intérprete Lu Fogaça
9) Ombela a Origem das Chuvas – intérprete Thaianne Moreira
10) Oduduá e a Briga Pelos Sete Anéis – intérprete Milton Filho
11) Festa no Céu – intérprete Diego de Abreu
12) Alafiá, a Princesa Guerreira – intérprete Patrícia Costa
13) Pequena Grande Princesa – intérprete Danielle Fritzen
14) Escola de Chuva – intérprete Fábio França
15) O Pote Vazio – intérprete Matt Trindade
16) O Pequeno Príncipe das Ruas – intérprete Allex Miranda
17) Sinto o que Sinto – A Incrível História De Asta e Jaser – intérprete Vilma Melo
18) Ventanera – A Cidade das Flautas – intérprete Moira Braga
19) Rapunzel – intérprete Raquel Penner
20) Da Minha Janela – intérprete Alexandre Moreno


Mais informações: https://agenciabirdhouse.com.br/quehistoriacontar/

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