Reflexão para o final de semana

Como você costuma passar a Páscoa? Viajando, em casa, com apenas pão e vinho ou com mesa farta? Isso, de fato, pouco importa. A Páscoa verdadeira é um momento de júbilo para a alma. Época de encontro e celebração. Significa a vitória sobre a morte e a alegria pela ressureição de Cristo, o filho de Deus. Essa é a essência da data. Confira alguns símbolos especiais do momento:

Círio Pascal: a missa de Páscoa é um dos rituais mais bonitos da Igreja Católica. Na noite de sábado de Aleluia, os fiéis se reúnem no templo às escuras, simbolizando a morte de Cristo. Do lado de fora, o sacerdote acende o fogo sagrado e dele surge o Círio Pascal, uma vela marcada com a primeira e a última letra do alfabeto grego (alfa e ômega), revelando Cristo como o começo de uma nova vida, cheia da graça divina, e o fim de outra, a do sofrimento e pecado.

Cordeiro Pascal: no período em que ocorreram as 7 pragas do Egito, enviadas por Deus para obrigar o faraó a libertar os judeus da escravidão, o sangue de cordeiro foi usado para marcar as portas onde havia filhos primogênitos dos hebreus, o sinal para que Deus poupasse a casa da morte das crianças. Conta o Antigo Testamento (ou Torá) que só as casas marcadas foram salvas. Logo depois, os escravos judeus foram libertados e fizeram uma festa com carne de cordeiro e vinho doce. Os cordeiros também eram usados pelos judeus para fazer sacrifícios ao Senhor.

Coelho: símbolo de fertilidade, está associado à primavera no Hemisfério Norte e às festas pagãs. A deusa Ostera, dos povos nórdicos, é representada com cabelos longos, floridos e rodeada de coelhos. O animal indica que a época é boa para começar projetos.

Ovo: é herança de muitos povos. Os antigos chineses coloriam as cascas de ovo durante as festas da primavera e ovos eram dados de presente para celebrar um novo ciclo nos países escandinavos. O costume de esconder ovos no jardim para as crianças foi importado pelo Brasil da cultura anglo-saxônica.

 

Fonte: Revista Bons Fluidos 

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