Vasinhos indesejados

Muitas grávidas sofrem com o aparecimento de ‘vasinhos’ nas pernas durante a gestação ou após ganharem o bebê, mas, podem ter outros motivos para elas aparecerem: a genética, a obesidade ou o sedentarismo, seja qual for a origem, 80% das mulheres, de todas as idades, sofrem com aquelas manchinhas chatas que costumam aparecer nas pernas. É natural, não é doença, mas existe prevenção e tratamento.

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Se nada apareceu em sua pele ainda, não quer dizer que você esteja livre dos vasinhos, principalmente se costuma trabalhar sentada, mas você pode evitá-los com algumas técnicas simples:

Evite o sedentarismo – Exercícios aumentam a força de contração dos músculos das pernas, tornando as bombas musculares mais eficientes.

Mantenha o peso ideal – Sobrepeso geralmente significa acúmulo de gordura na região interna do abdômen, o que aumenta a pressão local, dificultando o retorno do sangue.

Troque o elevador pela escada Ao contrairmos os músculos da panturrilha, uma bomba natural de sangue é acionada, impulsionando-o para cima e estimulando a circulação.

Não abuse do salto alto – O funcionamento das bombas de sangue depende de alternar contração e relaxamento muscular. Durante o relaxamento, os músculos se enchem de sangue e, com a contração, esse sangue é bombeado. Com salto alto os músculos da panturrilha estão em constante contração, o que prejudica o preenchimento de sangue da fase de relaxamento.

Não fume – O cigarro causa sérios danos à parede dos vasos sanguíneos, além de aumentar as chances de formação de trombos (coágulos no interior das veias que causam trombose venosa profunda, doença séria com complicações que podem ser fatais e deixar sequelas transitórias ou definitivas).

Nunca combine pílula com cigarro – Essa associação aumenta as chances de trombose venosa por potencializar drasticamente o risco de formação de coágulos.

Cuidado com longas viagens – Ficar com as pernas paradas por muito tempo em confinamento, como acontece na maioria dos meios de transporte, diminui intensamente a velocidade de circulação do sangue. E sangue que não circula, vai coagular.

Consulte um angiologista regularmente – A maioria das mulheres tem o hábito de consultar esse médico apenas quando as varizes estão formadas. Mas é importante fazer um controle pelo menos duas vezes por ano para prevenir. Quanto antes o problema for tratado, mais chances de sucesso.

Mas se, infelizmente, os vasinhos já chegaram em você, vale consultar um médico para que ele possa receitar uma meia elástica específica para o seu caso, ou dependendo do caso, existem outros métodos clínicos:

Escleroterapia química convencional: uma espécie de aplicação que induz a transformação com o fechamento do vaso.

Escleroterapia química micro-espuma: semelhante a aplicação convencional, utiliza uma medicação transformada com espuma-fina. Preenche as veias melhor e tem seu efeito e duração potencializada.

Escleroterapia química radifrequência: uma injeção de medicamento associada à uma emissão de uma corrente elétrica que potencializa seu efeito final e alcança mais tipos de vasinhos, o que diminui o número de sessões necessárias para o tratamento.

Crioescleroterapia: utiliza glicose hipertônica resfriada a baixíssima temperatura e também potencializa o efeito final, diminui as marcas naturais da sessão e número de sessões do tratamento.

Laser: com o nome mais simples, utiliza energia intensa de um comprimento de onda de luz específico com afinidade pelo vasinho, transformando o fechamento.

Para entender qual é o melhor tratamento para o seu caso, não esqueça de consultar um médico. 😉

*Bjins*

Fontes: Júlia Petit e UOL Mulher

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