Vocês trocariam livros impressos por digitais para seus filhos?

Essa é a novidade da Editora Pipoca, que pensou nas  horas que muitas crianças gastam em frente à tela do tablet ou celular, tentando conquistar um novo recorde ou derrotar um monstro espacial, a vontade dos pais – certamente – é que essa garotada trocasse a batalha eletrônica por uma obra literária. O que parece um sonho pode fazer sentido se a alternativa apresentada à criança também vier do meio tecnológico. Em outras palavras, é mais fácil convencer seu filho a trocar um game por um livro, se ele for digital.

A Editora Pipoca® é a primeira editora infantil do Brasil a incentivar a leitura do público infantil por meio de todos os formatos de publicação, isso significa, além dos livros impressos, audiobooks e e-books. A aposta em literatura digital para crianças é tão assertiva que a editora foi escolhida, no ano passado, para implantar um projeto junto ao ProaC a fim de apresentar a bibliotecários, professores e demais interessados, todos os formatos de livros digitais infantis possíveis, onde encontrá-los e como acessá-los. “Vamos ensinar também como integrar a leitura digital com atividades criativas”, explica a sócia fundadora da editora, Suria Scapin. Os eventos, que acontecerão em Lençóis Paulista, Araraquara, Sorocaba, Campos do Jordão, Campinas e São Paulo terão início no dia 19 de agosto e contam com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e das Secretarias de Educação locais.

Se há livros digitais, é preciso haver bibliotecas adaptadas ao conteúdo cibernético. E, diferentemente das limitações de estoque que as bibliotecas possuem para armazenar milhares de livros na versão física, o acervo virtual tem a vantagem de espaço ilimitado, conteúdo mais barato, acesso prático, rápido e – para a alegria dos pais e educadores – com chances de atrair mais a atenção da geração Z.

Acompanhando o sucesso da  Editora Pipoca®, existem no Brasil belas experiências nesse mercado como a da Árvore de Livros (biblioteca digital que só atende instituições e faz eventos como maratona de leitura nas escolas) e da Playtable (empresa de Blumenau que tem um app de contação de história cujo foco é atender escolas). Já contemplado pelo 3º ano pelo principal prêmio literário do Brasil, o Prêmio Jabuti, e com tanta atratividade para o seu público alvo, ninguém duvida que o segmento de livros infantis digitais tende a crescer muito nos próximos anos no Brasil.

E aí, o que vocês acham?

O Pedrinho adora livros, mas também, passou a curtir o tablet e sempre monitoro para que não vire um exagero. Esta ideia do livro digital não testei ainda, mas vou sugerir ao invés de ficar em joguinhos por muito tempo, rsrs. E na hora de dormir, a gente pega o livro mesmo, porque aí acho mais gostoso.

Beijinhos

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