Vovó: mãe com mel

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Na sexta-feira (dia 26) foi o dia dos avós e acho pertinente falar da importância deles em nossas vidas!! Principalmente da vovó.

Eu já falei aqui algumas vezes que eu tive e tenho bastante ajuda da minha mãe depois que o Pedrinho nasceu!

A vovó Nilza tem quatro filhos e cinco netos, todos meninos!! E adivinha o que acontece? Todos nós queremos a ajuda dela rs. O primeiro neto está com 11 anos, o segundo com 5, e o terceiro com 4. Os netinhos mais novos: o meu tem 2 anos e o caçula da minha irmã, tem 1 ano.

Cada vez que ela socorre um de nós por algum motivo.. é a coluna dela que reclama (tadinha) Afinal, levantar os bebês gorduchos, brincar com a criançada, ajudar com as comidinhas. É, acho que abusamos! rs

O primeiro neto e o Pedrinho ficaram com minha mãe antes de entrarem na escolinha e foi justamente com o meu gorducho que a coluna da minha mãezinha lascou. Hoje, todos eles estão andando, então nada de colo! 🙂

Os especialistas concordam que a participação deles na criação dos netos, quando possível, pode trazer uma série de benefícios a todos os envolvidos. Os pais têm com quem dividir a tarefa de cuidar, as crianças são expostas a um círculo familiar maior, e os avós têm sabedoria e experiência reconhecidas socialmente.

Mas como nada é uma mar de rosas, sempre dá uma confusão administrar a convivência, seja por pouco tempo ou ficando todos os dias com os avós para os pais trabalharem. Por isso, aí vão uma regras que eu encontrei na Revista Crescer. Confira:

Tratar os avós como babás de luxo é o grande erro cometido pelos pais. Por isso, se a criança precisa ou quer passar o dia na casa deles, não faça listas indicando o que pode ou não pode ser feito. Confie na relação direta existente entre avós e neto e respeite suas decisões e atitudes.

Os avós também devem fazer sua parte procurando se informar sobre novos padrões de comportamento, métodos de educação e tratamentos de saúde. Eles podem, por exemplo, acompanhar algumas visitas do neto ao pediatra e ir a reuniões da escola.

– O mais importante é que os papéis sejam bem definidos. Os pais precisam aceitar a sabedoria dos avós, assim como esses devem respeitar a autoridade dos pais. Todos vão palpitar, sim, sobre assuntos que envolvem a criança, mas, com uma boa conversa, entrar em um acordo não será tão difícil.

– Quando acontecer algum desentendimento, respire fundo e deixe a discussão para um momento em que a criança não esteja presente. Isso garante uma convivência pacífica e saudável entre todos.

– Se a criança costuma ficar todos os dias na casa dos avós, os limites devem ser melhor delimitados. Convivendo cotidianamente com o neto, os avós podem se sentir mais livres para aplicar seus próprios métodos de criação, o que pode chatear os pais. Mais uma vez, uma conversa franca e tranquila será necessária para chegar à solução. E cabe aqui ainda uma regra geral: a autoridade dos pais é sempre maior, mas, se eles dependem de outras pessoas para cuidar dos filhos, têm que aceitar que a influência externa é inevitável.


– Lembre-se dos momentos felizes e divertidos que você mesmo passou ao lado dos seus avós fazendo tudo aquilo que lhe era proibido pelos pais e que, no entanto, não lhe fizeram mal nenhum.

O Pedro tem os quatro avós, e todos são muito carinhosos e brincalhões. Mas a vovó Nilza é a mais presente. Beijos mãezinha e obrigada pela ajuda sempre!

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